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6 de setembro de 2013

Localidades (2)

Viana do Castelo é uma cidade portuguesa com 38.045 habitantes, sede do Distrito de Viana do Castelo, na Região Norte.


A ocupação humana da região de Viana remonta ao Mesolítico conforme o testemunham inúmeros achados arqueológicos anteriores à cidadela pré-romana no monte de Santa Luzia.
A povoação de Viana da Foz do Lima, como era chamada por essa altura, recebeu Carta de Foral de Afonso III de Portugal  passada em 18 de Julho de 1258. A prosperidade que desde então conheceu, tornou-a num importante entreposto comercial, vindo a ser edificada uma torre defensiva (Torre da Roqueta) com a função de repelir os piratas oriundos da Galiza e do Norte de África, que procuravam este porto.
O próspero comércio marítimo com o norte da Europa, envolvia a exportação de vinhos, frutas e sal, e a importação de talheres, tecidos, tapeçarias e vidro. O espírito comercial de Viana atingiu tais proporções que a rainha Maria II de Portugal concedeu alvará à Associação Comercial de Viana do Castelo em 1852, naquela que é, na actualidade, a 4ª entidade patronal mais antiga do país.4 A mesma soberana, para recompensar a fidelidade da população de Viana, que não se rendeu às forças do conde de Antas (1847), decidiu elevar a vila à categoria de cidade, com o nome de Viana do Castelo (20 de Janeiro de 1848).
Na cidade, que cresceu ao longo do rio Lima, podem ser observados os estilos renascentista, manuelino, barroco e Art Déco. Na malha urbana destaca-se o centro histórico, que forma um rectângulo delimitado pelos vestígios das antigas muralhas. Aqui cruzam-se becos com artérias maiores viradas para o rio Lima, e destacam-se a antiga catedral em estilo gótico, que remonta ao séc. XV, a da Misericórdia (séc XVI), a Capela das Almas, e o edifício da antiga Câmara Municipal, na Praça da República (antiga Praça da Rainha), com uma fonte em granito, com uma bacia de casal e tanque, construída em 1559.
Fora do centro da cidade, em posição dominante no alto do monte de Santa Luzia, destaca-se a Basílica do Sagrado Coração de Jesus ou de Santa Luzia, cuja construção iniciou-se em 1903, inspirada na Basílica de Sacré Coeur em Paris, de onde se descortina uma ampla vista da cidade, do estuário do rio Lima, e do mar.
Como uma das cidades mais antigas do país, é conhecida pelas suas tradições e lendas. O ciclo de festas inicia-se em Maio com a "Festa das Rosas de Vila Franca do Lima" e termina em Agosto com  a "Romaria de Nossa Senhora da Agonia". Esta última remonta ao século XVIII, sendo referida pela primeira vem em 1744. É composta pelo Desfile da Mordomia, pela Procissão da Senhora da Agonia, pelo Cortejo Etnográfico onde desfilam as famílias mais antigas e ricas do concelho, nos seus antigos trajes feminino, ricamente adornados com as típicas filigranas em ouro de Póvoa do Lanhoso, pela Festa do Traje e no último dia é realizada a Procissão ao Mar em honra à santa padroeira dos pescadores, sendo as ruas decoradas pelos característicos "Tapetes Floridos", cuja confecção pode ser observada nos dias anteriores.
Lenda da origem do nome: Diz a lenda que uma linda rapariga chamada Ana, que vivia no território que integra actualmente a cidade, num castelo feito de pedra. Era um grande e famoso castelo, admirado por muita gente que lá passava regularmente para assim poder observá-lo. Quando lá passavam, começaram a reparar que de vez em quando surgia uma princesa numa das janelas do castelo, uma linda rapariga, com uns longos cabelos loiros com duas tranças, de faces rosadas e olhos claros -  a princesa Ana. Contudo, esta princesa era também extremamente tímida, escondendo-se perante o olhar das pessoas. Um dia, essa princesa apaixonou-se por um rapaz que vivia do outro lado do rio, que também gostava muito dela. Ele ficava tão contente por vê-la que, cada vez que voltava à outra margem, dizia contente "VI A AANA! VI A ANA DO CASTELO!". Repetiu-o tantas vezes, que passaram a chamar "Viana do Castelo" à cidade onde a princesa morava.




5 de setembro de 2013

Marcadores para troca (3)

Em breve terei estes marcadores para troca/venda.

Os primeiros foram retirados da internet, imprimidos e plastificados. Achei-os super fofos e simples. Para troca.

Os segundos foram criados por mim, estão apenas 4 para exemplo, no total são 27. Hei-de criar mais alguns com actores e fazer uma nova série com cantores/músicos de gerações antigas. Tive alguns percalços com o plastificante e com a guilhotina, visto ter sido a primeira tentativa, mas acabaram por ficar mais ou menos bem. Nos próximos usarei outro método para que não fiquem com nenhuma marca. Para troca ou venda.

Espero que gostem :)



Localidades (1)

Ponte de Lima

Ponte de Lima é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte, sub-região do Minho-Lima, com cerca de 2 800 habitantes. É caracterizada pela sua arquitectura medieval e pela área envolvente, banhada pelo Rio Lima.

Foi uma localidade muito importante desde a era Romana, possuiu um Palácio da Corte do Reino de Leão, documentado por achados arqueológicos e outros documentos escritos.

Em pleno coração do Vale do Lima, a beleza castiça e peculiar da vila mais antiga de data de 4 de Março de 1125, outorgou carta de foral à vila, referindo-se à mesma como Terra de Ponte. Anos mais tarde, já no século XIV, D. Pedro I, atendendo à posição geo-estratégica de Ponte de Lima, mandou muralhá-la, pelo que o resultado final foi o de um burgo medieval cercado de muralhas e nove torres, das quais ainda restam duas, vários vestígios das restantes e de toda a estrutura defensiva de então, fazendo-se o acesso à vila através de seis portas.

A ponte, que deu nome a esta nobre terra, adquiriu sempre uma importância de grande significado em todo o Alto Minho, atendendo a ser a única passagem segura do Rio Lima, em toda a sua extensão, até aos finais da Idade Média. A primitiva foi construída pelos romanos, da qual ainda resta um troço significativo na margem direita do Lima, sendo a medieval um marco notável da arquitectura, havendo muito poucos exemplos que se lhe comparem na altivez, beleza e equilíbrio do seu todo. Referência obrigatória em roteiros, guias e mapas, muitos deles antigos, que descrevem a passagem por ela de milhares de peregrinos que demandavam a Santiago de Compostela e que ainda nos dias de hoje a transpõem com a mesma finalidade.

A partir do século XVIII a expansão urbana surge e com ela o início da destruição da muralha que abraçava a vila. Começa a prosperar, por todo o concelho de Ponte de Lima, a opulência das casas senhoriais que a nobreza da época se encarregou de disseminar. Ao longo dos tempos, Ponte de Lima foi, assim, somando à sua beleza natural magníficas fachadas góticas, maneiristas, barrocas, neoclássicas e oitocentistas, aumentando significativamente o valor histórico, cultural e arquitectónico deste rincão único em todo o Portugal.

Ponte de Lima e o seu concelho são ricas em tradições e lendas. A tradição mais conhecida talvez seja a "Queima do Judas" e "O Caminho Português de Santiago". No que diz respeito a lendas, as mais conhecidas são a "Lenda de Santa Comba" (Santa Combadão), a "Lenda do Galgo Preto" (Ponte de Lima) e a "Lenda do rio Lethes" (Ponte de Lima).

"Queima do Judas" - esta tradição acontece na véspera do domingo de Páscoa realizando-se no Largo de Camões e no areal do rio Lima junto à Ponte Medieval. A representação inclui a leitura do testamento de Judas e a consequente Queima de Judas, simbolizado por um boneco. A encenação para além de recordar um dos momentos mais emblemáticos desta quadra pascal, transforma-se num espectáculo, com artes circenses, desde cuspidores de fogo e um Grupo de Bombos a acompanhar toda a representação.

"Lenda do rio Lethes" - reza a lenda que na mitologia grega existiria um rio, responsável pelo esquecimento total das memórias de todos os que bebessem das suas águas, o rio Lethes. Este possuía o poder de enfeitiçar todos os que o ousassem olhar através da beleza de que este era dono. Em 135 acC., Décios Junos Brutos, comandando o seu exército de romanos atingiram as margens espanholas do Rio Lima, a caminho das suas conquistas em Terras lusas, contudo a beleza do lugar e do rio apavoraram os soldados, fazendo-os acreditar que se tratava do Rio Lethes, e apesar das ordens do seu comandante para atravessar o rio, os soldados não arredavam pé do lugar, e então o comandante para provar que era um rio normal, decidiu ser o primeiro a atravessa-lo levando consigo unicamente o estandarte das águias de Roma. Chegando à outra margem, virou-se para os seus soldados dizendo que não se tinha esquecido de nada, provando-o dizendo o nome de cada soldado, e assim feito os soldados decidiram-se a atravessar o Rio Lima.


Livro (15)

1Q84

Sinopse: Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes.
Em 1Q84, Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.

Haruki Murakami, de quem a Casa das Letras editou Kafka à Beira-Mar (com mais de 15 mil exemplares vendidos) e Sputnik, Meu Amor, é um dos escritores japoneses contemporâneos mais divulgados em todo o mundo sendo, simultaneamente, aplaudido pela crítica, que o considera um dos «grandes romancistas vivos» (The Guardian) e a «mais peculiar e sedutora voz da moderna ficção» (Los Angeles Times). 
Nasceu em Quioto, em 1949. Estudou teatro grego antes de gerir um bar de jazz em Tóquio, entre 1974 e 1981. Além de Sputnik, Meu AmorKafka à Beira-MarDance, Dance, Dance e A Wild Sheep Chase, que recebeu o Prémio Noma destinado a novos escritores (a editar brevemente pela Casa das Letras), Murakami é ainda autor, entre outros, de Hard-boiled Wonderland and the End of the World (distinguido com o prestigiado Prémio Tanizaki) e, mais recentemente, de Blind Willow, Sleeping Woman, a sua terceira colectânea de contos, distinguida com o Frank O'Connor International Short Story Award.

in "WOOK"


Livro (14)

O Big Sur e as Laranjas de Jerónimo Bosch

Sinopse: Henry Miller regressou aos Estados Unidos no início dos anos 40, fixando-se no paradisíaco Big Sur, na costa da Califórnia. O Big Sur e as Laranjas de Jerónimo Bosch é a primeira obra que Miller escreve depois de se ter fixado naquela região. Embora composta de textos distintos retrata na sua maior parte a vida do autor, as suas relações familiares, amizades, e as pessoas que procuravam aquela região paradisíaca. Um dos capítulos daria origem à obra Um Diabo no Paraíso. O livro é, acima de tudo, uma obra de maturidade, que reflecte uma plena liberdade interior.

Henry Miller nasceu em 1891 em Nova Iorque. Em 1930 mudou-se para Paris, onde levou uma vida boémia e publicou o seu primeiro livro, Trópico de Câncer, em 1934, seguindo-se-lhe Trópico de Capricórnio em 1939. Devido ao seu carácter sexualmente explícito, ambos os livros foram proibidos em todos os outros países. Miller regressou à América em 1940 mas só no início da década de 60, no seguimento de uma histórica decisão judicial, é que os seus livros começaram a ser editados, entre eles a famosa trilogia composta por SexusPlexus e Nexus. Miller foi considerado um dos precursores da liberdade e da revolução sexuais.

In "Editorial Presença"


4 de setembro de 2013

Livro (13)

O Colégio de todos os Segredos

Sinopse: Numa manhã perfeita de Maio...  Neville Wyatt, conde de Kilbourne, aguarda a sua noiva no altar. Mas, para espanto geral, em vez da bela jovem que todos conhecem aparece uma mendiga andrajosa. Perante a nata da aristocracia, o perplexo conde olha para ela e declara que é Lily, a sua mulher! Ao olhar para aquela que em tempos desposou, que amou e perdeu nos campos de batalha de Portugal, ele compromete-se a honrar o seu compromisso... apesar do abismo que agora os separa. Até que Lily fala com franqueza...  E afirma querer começar de novo... e que Neville a ame verdadeiramente. Para isso, sabe que terá de estar à altura das expectativas dele, o que a leva a aceitar ser dama de companhia da sua tia e aprender as boas maneiras. A determinada Lily rapidamente conquista a admiração da alta sociedade, demonstrando ser uma condessa à altura do seu conde. Por seu lado, Neville está disposto a tudo para provar à sua formidável mulher que o que sentiu por ela no campo de batalha foi muito mais que desejo, muito mais do que o arrebatamento de...  Uma noite de amor. 
in "ASA"

Sinopse: Mount St. Gabriel’s é um dos mais prestigiados colégios femininos americanos. Cada ano letivo vê chegar novos rostos e dita um novo equilíbrio na hierarquia social da escola. No outono de 1951, uma das turmas destaca-se pela excelência e singularidade, duas características que, juntas, são potencialmente imprevisíveis. Apenas a jovem professora Kate Malloy e a rígida matriarca da escola, a madre Suzanne Ravenel, se apercebem de que as espera um ano invulgar. Não poderiam, claro, imaginar até que ponto a história do próprio colégio se alteraria. Tudo começa quando Tildy Stratton, a incontestada líder da turma, abandona a sua fiel aliada, Maud, para se aproximar de Chloe Starnes, uma nova aluna que ficou recentemente órfã após a morte prematura e misteriosa da mãe. Esta amizade preenche um vazio nas vidas das duas jovens e põe em marcha uma série de acontecimentos que vão ameaçar a delicada harmonia da escola e mudar para sempre a vida de todos.
Cinquenta anos depois, com o colégio há muito encerrado, a madre Ravenel recorda esse ano, cruzando passado e presente, numa derradeira tentativa de se reconciliar com as origens trágicas daquele que ficaria conhecido com "o ano tóxico".
in "WOOK"

Ora bem, as sinopses publicadas pela editora ASA e pela WOOK são diferentes. Fiquei na dúvida qual delas seria a verdadeira, já que a sinopse da editora nunca deveria estar errada. Mas neste caso a sinopse correcta é a publicada pela WOOK.

Gail Godwin nasceu em 1937, em Birmingham, no Alabama, Estados Unidos. Após o curso de Jornalismo na Universidade da Carolina do Norte em 1959, foi repórter do Miami Herald e trabalhou na embaixada americana em Londres. Fez um mestrado e um doutoramento em Inglês na Universidade do Iowa, em 1968 e 1971, onde estudou com John Irving e John Casey, tendo como professor Kurt Vonnegut. Foi por três vezes finalista do National Book Award e é autora de vários romances aclamados pela crítica e pelo público. Vive atualmente em Woodstock, Nova Iorque.


Livro (12)

Dragonologia, um livro da história dos dragões com detalhes muito completos. O leitor entra no mundo da fantasia e não se cansa...

Sem dúvida não existe nenhuma outra besta que se compare ao poderoso dragão, em todo o seu poder e sua majestade, e poucas tão dignas de diligentes estudos por parte dos homens sábios. «Gildas Magnus, ArsDraconis, 1465»

Ernest Drake nasceu em 1822 na Floresta St. Leonard, Sussex, em Inglaterra. Quando era criança apaixonou-se pela paleontologia e quando fez oito anos, tinha "avistado" o seu primeiro Knucker (espécie de dragão marinho do folclore britânico). Ernest, sob a alçada de um conhecido dragonologista, ganhou um grande fascínio por dragões. Viajou pelo mundo para "estudar" dragões. Acreditava que os poucos dragões que ainda existiam deveriam ser muito bem protegidos, não tinha qualquer dúvida de que eles existiam, e as duas notas sugeriam que ele de facto tinha contactado com estes seres das lendas. Os seus livros foram recentemente descobertos e publicados.

O estado de conservação deste marcadores ficou muito a desejar, andou para trás e para a frente comigo durante uns quantos aninhos Frente e verso:

  




Livro (11)

Acácia é uma saga que combina a ambiguidade moral e a brutalidade da obra de George R. R. Martin. O enredo com um ritmo alucinante, melhora de livro para livro, prendendo os leitores de forma invulgar. Os personagens ricos e a geografia realista contribuem para ter um mundo com uma diversidade incrível e realista. Em Acácia não há forças do bem ou forças do mal.

Sinopse de Ventos do Norte: Um assassino enviado das regiões geladas do norte numa missão. Um império poderoso cercado pelo seu mais antigo inimigo. Quatro príncipes exilados, determinados a cumprir um destino.Prepara-te, leitor, para entrar no mundo deslumbrante de Acácia. Leodan Akaran, rei soberano do Mundo Conhecido, herdou o trono em aparente paz e prosperidade, conquistadas há gerações pelos seus antepassados. Viúvo, com uma inteligência superior, governa os destinos do reino a partir da ilha idílica de Acácia. O amor profundo que tem pelos seus quatro filhos, obriga-o a ocultar-lhes a realidade sombria do tráfico de droga e de vidas humanas, dos quais depende toda a riqueza do Império. Leodan sonha terminar com esse comércio vil, mas existem forças poderosas que se lhe opõem. Então, um terrível assassino enviado pelo povo dos Mein, exilado há muito numa fortaleza no norte gelado, ataca Leodan no coração de Acácia, enquanto o exército Mein empreende vários ataques por todo o império. Leodan, consegue tempo para colocar em prática um plano secreto que há muito preparara. Haverá esperança para o povo de Acácia? Poderão os seus filhos ser a chave para a redenção?

DAVID ANTHONY DURHAM nasceu em Nova Iorque no ano de 1969. Venceu inúmeros prémios com os livros Gabriel´s Story, Walk Through Darkness, e Pride of Carthage. Com a publicação de Acácia, Durham ganha protagonismo e torna-se um autor em ascensão no mundo literário. Acolheu as melhores críticas no Publishers Weekly, Kirkus Reviews, SciFi Site and Fantasy Magazine, New York Times e Library Journal, sendo considerado a grande revelação dos últimos anos na Fantasia. A saga Acácia está a ser publicada em mais de 10 países e encontra-se em desenvolvimento para o cinema. Actualmente, Durham vive com a mulher e os filhos na Califórnia e ensina na Universidade em Fresno.





3 de setembro de 2013

Marcadores para troca (2)

> 2 marcadores da Biblioteca Escolar - Centro de Recursos, homenagem a Nunes de Carvalho - 1 trocado com Giovanna Valfré

> 1 marcador alusivo à Rede de Bibliotecas Escolares
> 1 marcador do livro "Magia ao Vento" de Christine Feehan


2 de setembro de 2013

Livro (10)

A Partícula de Vénus é um thriller policial, contendo muita acção, suspense e mistério, que prende o leitor do princípio ao fim.
Um meteorito desaparecido há décadas... Um cientista com ambição suficiente para matar... Um monge que quer salvar o mundo... Uma agência governamental com uma missão sinistra... A maior descoberta científica de sempre... Ao cavalgar pelos desertos do Novo México, Tom Broadbent encontra um homem moribundo. Chama-se Stem Weather e acaba de ser alvejado. Antes de morrer, o homem entrega a Tom um caderno de notas coberto de números misteriosos e pede-lhe que o entregue à sua filha. Ao prometer fazer a vontade do falecido, Tom nem sonha que acaba de se transformar no novo alvo do assassino de Stem, um antigo presidiário contratado por alguém que quer encontrar os fósseis de um Tyrannosaurus Rex. Fósseis que conterão uma pista sobre a extinção de dinossauros. Inicia-se assim uma batalha entre cientistas e uma sinistra agência governamental desesperada para ocultar o segredo explosivo. Se falharem, não evitarão outra extinção... desta vez a da própria raça humana.

Douglas Preston nasceu em 1956 em Cambridge, no Massachusetts, e graduou-se no colégio de Pomona, na Califórnia. É autor de diversos tecnothrillers e romances de horror juntamente com Lincoln Child. Preston começou a sua carreira literária no Museu Americano de História Natural de Nova Iorque e, para além das suas colaborações com Child, escreveu várias obras de ficção e não ficção a solo, quase todas lidando com o sudoeste americano. Escreve regularmente para algumas revistas, como a Smithsonian, a The Atlantic Monthly e a The New Yorker.

in "Saída de Emergência"


Livro (9)

O Ouro dos Cruzados é um thriller de ficção baseado em factos históricos cheio de acção e mistérios.
Sinopse: A bordo do Seaquest II, no porto de Istambul, Jack Howard e a sua equipa organizam um mergulho em busca de um tesouro envolto em mistério. Esperam descobrir o fabuloso ouro que os romanos saquearam do Templo de Salomão e de que fazia parte a Menorá, o cobiçado símbolo sagrado do judaísmo, e mais tarde desaparecido em Constantinopla, na época das Cruzadas. O que o explorador vem a descobrir leva-o e à sua equipa numa aventurosa busca, ao mesmo tempo geográfica e cronológica, à volta do mundo, desde a queda do Império à ascensão viquingue e às suas navegações até ao continente americano e até aos tempos do poder Nazi, um périplo onde afloram igualmente os segredos do Vaticano. Entretanto uma obscura seita secreta, atravessa-­se no caminho dos exploradores, determinada a recuperar o ouro dos cruzados a todo o custo. Depois de O Mistério da Atlântida, já publicado nesta colecção, o arqueólogo Jack Howard e os seus companheiros estão de novo envolvidos num enredo de elevado grau de suspense. 

David Gibbins nasceu em Saskatoon (Canadá), em 1962. Fez o seu doutoramento em arqueologia marinha na Universidade de Cambridge e desde então a sua vida profissional tem-se desenvolvido nessa área de investigação. Deu aulas em universidades inglesas e noutros países, sendo mundialmente considerado uma autoridade em naufrágios antigos e cidades afundadas. Conduziu numerosas expedições subaquáticas no Mediterrâneo e noutros pontos do mundo. Para além dos dois livros referidos e publicados em Portugal, escreveu ainda O Último Envagelho, O  Guerreiro Tigre, A Máscara de Tróia, Os Deuses de Atlântida e Faraó.

in "Editorial Presença"

Adorei este livro, sou suspeita, mas sou fascinada por thrillers históricos. É um livro cheio de acção, suspense e muitas aventuras. Uma verdadeira fonte de cultura sobre a religião judaica, as cruzadas e a sua relação com a civilização viquingue, o império Asteca(?) e até mesmo planos ocultos dos Nazis. Enfim, uma volta ao mundo em busca de um símbolo. Contudo, achei que em termos de tecnologias, as descrições do seu uso tornam-se bastante confusas, principalmente para os menos leigos nestes assuntos. Mesmo eu, sendo engenheira, e tendo noções no mínimo básicas sobre as tecnologias, tive algumas dificuldades. 

Será uma colectânea de livros a colocar na minha wishlist.

Classificação Goodreads:  3.6 em 5 (geral); 4 em 5 (inês)


1 de setembro de 2013

Livro (8)

Em Batalha, David Soares apresenta uma história em que os animais são protagonistas. Passado no início do século XV, Batalha é um romance sombrio, filosófico e comovente, que observa o fenómeno religioso do ponto de vista dos animais e especula sobre o que significa ser-se humano. Batalha, a ratazana, procura por sentido, numa viagem arrojada que a levará até ao local de construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, o derradeiro projecto do mestre arquitecto Afonso Domingues. Entre o romance fantástico e a alegoria hermética, Batalha cruza, com sensibilidade e sofisticação, o encantamento das fábulas com o estilo negro do autor.  

David Soares é autor dos romances Batalha, O Evangelho do Enforcado, Lisboa Triunfante, A Conspiração dos Antepassados entre outros,. A revista literária Os Meus Livros considerou-o «o mais importante autor português de literatura fantástica». Publicou quatro livros de contos, seis álbuns de banda desenhada e um livro de ensaio literário sobre banda desenhada. Publicado em França e em Espanha, foi premiado com dois troféus para Melhor Argumentista Nacional e uma bolsa de criação literária, atribuída pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e pelo Ministério da Cultura. Escreve quase todos os dias no weblog: 
cadernosdedaath.blogspot.com.

in "Saída de Emergência"



Livro (7) - Para venda/troca (livro)

O Pacto da Meia-Noite é um thriller politico conciliado com aventura, é um romance brilhante, na senda dos grandes clássicos de C. S. Lewis ou Philip Pullman. 
Sinopse: Agora é uma cidade secreta onde tudo pode ser vendido e comprado - bens, pessoas, emoções… O acaso reúne Mark e Lily, dois jovens que foram vendidos como servos. De início, o seu único objectivo é trabalhar e sobreviver. Mas, gradualmente, vão compreendendo que podem alterar o seu destino e o da própria cidade, ajudando a libertar o seu povo. Mas irão as forças ocultas que os vigiam deixar que os seus planos se coroem de êxito? 

David Whitley nasceu em Chester em 1984. Formou-se em Literatura Inglesa na Universidade de Oxford, e desde muito cedo que sentiu a paixão pela ficção infanto-juvenil. Com apenas vinte anos recebeu o Cheshire Prize for Literature com um conto infantil, tendo sido o escritor mais jovem a receber esta prestigiada distinção. O Pacto da Meia-Noite é o seu primeiro romance e os seus direitos foram já vendidos para uma série de países, entre os quais Canadá, Holanda, Dinamarca, Itália, Grécia e Brasil.

in "Editorial Presença"

É um livro que se lê rapidamente, pois cativa o leitor na medida em que se passa a sua leitura constantemente à procura de respostas. Contudo, não foi um livro que me cativasse muito, ficaram muitas questões no ar, tanto sobre o funcionamento da sociedade e onde esta se insere no mundo criado, como sobre a personagem principal feminina. Dá ideia de que haverá um segundo livro, mas tenho as minhas dúvidas.

Tenho este livro para troca ou venda, qualquer pergunta é só deixar mensagem.


Livro (6)

Magia ao Vento é um romance cheio de acção, suspense sombrio e profundamente marcado pelo erotismo. A Sarah voltou para casa. Desde que Damon Wilder procurou refúgio em Sea Haven ouve-se o mesmo boato passar de boca em boca de quase todos os habitantes da pacata vila costeira. Até o vento parece murmurar o nome dela - um devaneio tão sugestivo que leva o curioso Damon até à casa da falésia de Sarah, onde procura o seu abrigo. Mas Damon não chegou sozinho. Foi seguido por alguém até Sea Haven. Alguém que rodeia as sombras da casa Drake, onde Sarah esconde os seus próprios segredos. O perigo ameaça os dois - tal como o desejo mais premente que alguma vez sentiram - e está a apenas um sussurro de distância.

Christine Feehan é uma escritora de romances-paranormais. Nasceu na Califórnia e foi criada juntamente com três irmãos e dez irmãs. Actualmente é casada com Richard Feehan, com quem teve onze filhos (cada um teve mais filhos dos seus casamentos anteriores). Tem mais de 40 romances publicados, incluindo quatro séries. Recebeu três dos nove Prémios Paranormal de Excelência em Literatura Romântica (1999). Desde então tem sido publicada pela Leisure Books, Pocket Books, e actualmente escreve para Berkley/Jove. Galardoada com sete prémios PEARL, Feehan tem triunfado na lista dos mais vendidos, incluindo o Times, Publishers Weekly, USA Today, Bookscan, B. Dalton, Amazon, Barnes & Noble, Waldenbooks, Ingrams, Borders, Rhapsody Book Club e Washington Post. Feehan recebeu inúmeras homenagens ao longo da sua carreira e foi candidata para o prémio RITA. Recebeu igualmente um Achievement Award do Romantic Times e um Borders 2008 Lifetime Achievement Award.

in "Saída de Emergência"


31 de agosto de 2013

Livro (5)

O Mistério da Última Ceia é um livro que apresenta a teoria de que a última ceia de Jesus Cristo se realizou numa data diferente. Durante séculos, os estudiosos da Bíblia foram incapazes de resolver as aparentes inconsistências nos evangelhos sobre a última semana de Jesus. Por outro lado as narrativas dos evangelhos parecem, também, registar demasiados acontecimentos para tão curto espaço de tempo entre a Ultima Ceia e a crucificação, mesmo referindo que quarta-feira é um «dia em falta» no qual Jesus nada fez. Colin Humphreys apresenta um novo e indispensável relato para explicar estas inconsistências, baseando-se nas provas dos Manuscritos do Mar Morto e em textos egípcios e utilizando a astronomia para reconstruir calendários antigos. Ao fazê-lo, Humphreys propõe uma nova teoria - que a última ceia teve lugar numa quarta-feira, em vez de quinta-feira, como diz a tradição - e unifica, com sucesso, as histórias supostamente contraditórias dos evangelhos.

Sir Colin J. Humphreys, nasceu em 1941 no Reino Unido. É professor de Ciências dos Materiais e actualmente Director de Investigação da Universidade de Cambridge, é também professor de Física Experimental na Royal Institution em Londres. Os seus interesses de investigação passam sobretudo por "todos os aspectos da microscopia e análise de electrõe, semicondutores, entre outros. Quando não está rodeado do seu trabalho universitário, embrenha-se no estudo da Bíblia. Para além deste livro, Humphreys escreveu um primeiro livro intitulado de The Miracles of Exodus, o qual ainda não foi traduzido para português.

Parece-me que este vai para a minha lista de desejos :)



O que é bom é... português (4)

Escusado será dizer que até o mais inculto dos incultos o conhece (pelo menos ouviu falar). Quem nunca passou pelo Chiado e não o "viu" sentado na esplanada "A Brasileira", quem nunca se sentou ao seu lado e tirou uma foto na sua companhia?

Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em 1888 e faleceu em 1935. É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa e Literatura Universal.
Por ter sido criado na África do Sul, desde os seus seis anos, falava e escrevia fluentemente inglês, língua em que escreveu poesia e prosa desde muito cedo, tendo sido publicadas três das suas obras nesta língua. 
Ao longo da sua curta vida trabalhou em várias firmas comerciais de Lisboa como correspondente de língua inglesa e francesa. Foi também empresário, editor, crítico literário, jornalista, comentador político, tradutor, inventor e publicitário. 
Durante o mesmo período de tempo produziu a sua obra literária em verso e em prosa. Como poeta, dividiu-se em múltiplas personalidades (heterónimos), sendo as mais conhecidas: Álvaro Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro. Fernando Pessoa auto-denominou-se um "drama de gente".
Fernando Pessoa foi também marcado pela poesia musical e subjectiva, voltada essencialmente para a metalinguagem e os temas relativos ao seu país. Como exemplo destes temas, a principal obra literária do poeta, "Mensagem", alude ao sebastianismo e a outras personagens históricas portuguesas, através de uma colectânea de poemas. "Mensagem"  foi o único livro de Fernando Pessoa, enquanto ortónimo, editado e publicado em língua portuguesa durante a sua vida. 

Para os apaixonados por este poeta, é possível visitar a Casa de Fernando Pessoa, na Rua Coelho Rocha, nº16, Campo de Ourique, Lisboa. Foi inaugurada em 1993, tendo sido concebida como um centro cultural destinado a homenagear Fernando Pessoa e a sua memória na cidade onde viveu e no bairro onde passou os seus últimos quinze anos. Possui um auditório, jardim, salas de exposição, objectos de arte, uma biblioteca exclusivamente dedicada à poesia, além de uma parte do espólio do poeta.


O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.>>>
Fernando Pessoa; Autopsicografia; 27 de Novembro de 1930




Curiosidade: Sabia que... Pessoa foi também astrólogo? ... se interessava pelo ocultismo e misticismo ? ... foi iniciado nos primeiros três graus menores da Ordem dos Templários de Portugal? ... esteve implícito na encenação do suicídio do seu amigo poeta Aleiter Crowley na Boca do inferno, gerando grande aparato policial a nível europeu e da comunicação social, apenas como objectivo a redacção de um "romance policial", o qual se ficou por várias dezenas de páginas.

Artesanato (5)

Oferecido ao meu pai há uns aninhos. Não sei quem o fez e tenho pena de não o saber. É adorável. Feito com arame moldável, stickers, feltro, grampos e fita. Acho ideal para uma pequena lembrança, por exemplo, para casamentos ou reuniões. 


O que é bom é... português (3)

Estes dois marcadores julgo que adquiri na baixa Lisboeta.

Representam as portas típicas dos prédios/moradias do séc. XIX. Em regra geral, são constituídas por duas portas (meias-portas) que abrem de par em par, com pelo menos dois metros de altura. Tem duas janelinhas de vidro fosco ou normal, protegidas por uma armação em ferro forjado de um trabalho exímio, e com um batente/puxador em cada porta de metal. Algumas têm ainda a típica entrada, em metal, para o correio. No topo das portas pode existir uma espécie de clarabóia, com o mesmo tipo de vidro e ferro forjado. Tanto as janelinhas como a "clarabóia" serviam para que a luz natural iluminasse a entrada da moradia, que era/é constituída por um longo corredor ou uma escadaria estreitos. Nalgumas das "clarabóias" é possível ver que eram forjadas as iniciais de um nome e uma ano, isto representa as iniciais do primeiro filho do casal e o ano em que nasceu. Nas aldeias e vilas é muito típico encontrar estas referências nos portões dos antigos casais.
Para quem mora em Lisboa é muito fácil encontrar este tipo de portas na Lapa, nos Anjos, em Belém ou na Baixa.

Se tivesse uma moradia, não me importava que a porta de entrada tivesse estas características, são de facto muito bonitas na minha opinião.




Arte (2)

Este encontrei no meio da papelada do meu pai, aquando uma revolução ao escritório. Fez-me lembrar os hieróglifos astecas, mas depois de alguma (longa) pesquisa descobri que os desenhos são baseados em símbolos indígenas.

Ryan Cranmer nasceu a 7 de Junho de 1980 em Vancouver, sendo descendente de indígenas pertencentes à Colômbia Britânica (Canadá). Crescendo no seio de uma família de artistas do grupo cultural Namgis (Kwakwaka'wakw), desde cedo que foi introduzido na arte e design da Costa Noroeste (Northwest Coast Native Art). Ryan esculpe máscaras pintadas e faz cópias de edição limitada. Ele expandiu também as suas habilidades de design de modo a produzir itens comercializáveis para a Native Northwest .

O nome do padrão, extremamente complexo, que aparece no marcador designa-se por Chilkat Whale. Do pouco que consegui apurar, a baleia (whale) é conhecida por ajudar as pessoas em necessidade, simboliza a inteligência, compaixão e bondade. Chilkat refere-se a uma tribo/localidade indígena, onde se insere a mais conhecida e elaboradamente ornamentada "Whale House" do Alasca.




29 de agosto de 2013

Marcadores para troca (1)

Marcadores para troca:

> Batalha de David Soares



> Localidade de Guimarães (por 1 equivalente ou 2 alusivos a livros)



Livro (4)

Para sempre, Talvez é um romance que conta a história de Rosie e Alex. Vivem em Dublin e conhecem-se desde a escola primária. Sempre se mantiveram amigos e passaram juntos por muitas experiências desde a gravidez, ao casamento e divórcio. Um dia a distância separa-os: Alex parte com os pais para os Estados Unidos e Rosie sente-se muito sozinha. Consciente de que iria encontrar a felicidade junto de Alex, planeia ir ter com ele a Boston mas o destino força-a a manter-se na Irlanda. Uma série de mal entendidos e azares deixa-os afastados e quando finalmente se reencontram não sabem o que fazer com a atracção que esteve sempre presente. Contado inteiramente através de correspondência escrita desde e-mails a cartas é um romance subtil e encantador sobre as nuances da amizade e amor.

Em Um Lugar Chamado Aqui, Sandy Short tornou-se obcecada por coisas e pessoas perdidas, desde que, ainda criança, uma colega sua desapareceu sem deixar rasto. Desde então não conseguia descansar enquanto, pelo menos, não descobrisse uma pista que fosse daquilo que desaparecera. Até que um dia ela própria desapareceu... Este é um encantador conto onde a magia, o humor e as vicissitudes da inesperada busca se fundem harmoniosamente para criar um envolvimento que prende o leitor. No fundo, trata-se da história de uma mulher à procura de si mesma, contudo, nesta divertida parábola, a autora explora temas ligados ao sentido profundo da vida, como conservar, deixar ir ou perder, mas também lidar com a identidade face à passagem do tempo, recordar as suas raízes e apreciar o valor do amor. 

Cecilia Ahern, nasceu em 1981 e vive em Dublin. É formada em jornalismo e comunicação pelo Griffith College Dublin. Filha do primeiro ministro irlandês conquistou a popularidade e o sucesso de vendas no seu país natal e tornou-se conhecida, aos 21 anos, em mais de 40 outros países com o seu romance de estreia P.S. I Love You, sendo este adaptado para o cinema.

in "Editorial Presença"






Livro (3)

O Forte é uma história sobre homens de guerra, das escolhas que são forçados a tomar e os dilemas que sofreram. No verão de 1779, no terceiro ano da Guerra da Independência dos Estados Unidos, uma força britânica de 750 homens, liderada por Francis McLean, navega em direcção à costa desolada e brumosa da Nova Inglaterra. A sua missão é estabelecer uma base naval numa posição crucial para dar abrigo a americanos lealistas. Apoiado por três pequenos navios, Mclean inicia a construção de um forte. Em resposta, o estado de Massachusetts envia uma frota de 40 navios e mil soldados de infantaria para "capturar, matar ou destruir" os invasores. O segundo em comando é Peleg Wadsworth, um antigo combatente no regimento de George Washington e um homem que sabe o que tem de ser feito para expulsar os invasores. E embora os britânicos estejam em inferioridade numérica, a batalha que se seguiu é um exemplo clássico de como planos bem elaborados podem ser arruinados por líderes incompetentes ou política mesquinha, e de como a guerra destaca o melhor e o pior em todos os homens.

Bernard Cornwell é um dos escritores britânicos mais importantes da actualidade. Na nasceu em Londres e cresceu no Essex. Trabalhou para a BBC antes de se mudar para os EUA, onde iniciou a sua carreira de escritor. O seu primeiro romane, Sharpe' Eagle, sobre um soldado nas Guerras Napoleónicas, tornou.se um sucesso e originou uma série com mais de 20 livros e subsequente adaptação televisiva. É também autor de várias sérias históricas e outros thrillers e romances de grande reputação. Publicou mais de 40 livros, tendo sido as suas obras traduzidas em 16 idiomas. O autor é um apaixonado pela história em geral de Inglaterra, em especial o que se reflecte em romances que retratam conflitos ocorridos em território inglês.

in "Saída de Emergência"




Livro (2)

O Quinto Mandamento é interessante um thriller policial cuja personagem principal é um assassino com alma de poeta. John Rain só quer desaparecer para sempre. Mas um antigo némesis no FBI japonês quer que ele lhe faça um último favor: eliminar um assassino que mata sem remorsos e usa métodos semelhantes aos de Rain. Há demasiadas coisas em jogo - inclusive a vida dos poucos amigos que Rain tem e, especialmente, a vida de uma paixão do seu passado. Protegê-los implica mergulhar no meio de uma guerra entre a CIA e a máfia japonesa, na qual as diferenças entre amigos e inimigos, a verdade ou a mentira, são tão obscuras como as ruas regadas pelas chuvas nocturnas de Tóquio. Será que Rain tem a frieza necessária para derrotar um inimigo que parece pensar como ele?
«Não Matarás.»? O Quinto Mandamento da Lei de Deus (Ex 20,13)


Barry Eisler mora e trabalha na zona da baía de San Francisco. Depois de se licenciar na Cornell Law School em 1989, passou três anos a trabalhar para o governo dos E.U.A. Já viveu e trabalhou no Japão e viaja com frequência a esse país, assim como a outros países asiáticos. Os thrillers de Eisler já ganharam o prémio Barry Award e o Gumshoe Award para O Melhor Thriller do Ano, e foram incluídos em numerosas listas de "Best Of", tendo sido traduzidos em aproximadamente vinte idiomas. O livro Rain Fall, da série do assassino John Rain, teve também uma versão cinematográfica em 2009, conduzida pelas mãos do director Barrie Osborne, famoso por ter recebido um Óscar pela produção da trilogia Senhor dos Anéis.

in "Saída de Emergência"