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31 de agosto de 2013

Livro (5)

O Mistério da Última Ceia é um livro que apresenta a teoria de que a última ceia de Jesus Cristo se realizou numa data diferente. Durante séculos, os estudiosos da Bíblia foram incapazes de resolver as aparentes inconsistências nos evangelhos sobre a última semana de Jesus. Por outro lado as narrativas dos evangelhos parecem, também, registar demasiados acontecimentos para tão curto espaço de tempo entre a Ultima Ceia e a crucificação, mesmo referindo que quarta-feira é um «dia em falta» no qual Jesus nada fez. Colin Humphreys apresenta um novo e indispensável relato para explicar estas inconsistências, baseando-se nas provas dos Manuscritos do Mar Morto e em textos egípcios e utilizando a astronomia para reconstruir calendários antigos. Ao fazê-lo, Humphreys propõe uma nova teoria - que a última ceia teve lugar numa quarta-feira, em vez de quinta-feira, como diz a tradição - e unifica, com sucesso, as histórias supostamente contraditórias dos evangelhos.

Sir Colin J. Humphreys, nasceu em 1941 no Reino Unido. É professor de Ciências dos Materiais e actualmente Director de Investigação da Universidade de Cambridge, é também professor de Física Experimental na Royal Institution em Londres. Os seus interesses de investigação passam sobretudo por "todos os aspectos da microscopia e análise de electrõe, semicondutores, entre outros. Quando não está rodeado do seu trabalho universitário, embrenha-se no estudo da Bíblia. Para além deste livro, Humphreys escreveu um primeiro livro intitulado de The Miracles of Exodus, o qual ainda não foi traduzido para português.

Parece-me que este vai para a minha lista de desejos :)



O que é bom é... português (4)

Escusado será dizer que até o mais inculto dos incultos o conhece (pelo menos ouviu falar). Quem nunca passou pelo Chiado e não o "viu" sentado na esplanada "A Brasileira", quem nunca se sentou ao seu lado e tirou uma foto na sua companhia?

Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em 1888 e faleceu em 1935. É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa e Literatura Universal.
Por ter sido criado na África do Sul, desde os seus seis anos, falava e escrevia fluentemente inglês, língua em que escreveu poesia e prosa desde muito cedo, tendo sido publicadas três das suas obras nesta língua. 
Ao longo da sua curta vida trabalhou em várias firmas comerciais de Lisboa como correspondente de língua inglesa e francesa. Foi também empresário, editor, crítico literário, jornalista, comentador político, tradutor, inventor e publicitário. 
Durante o mesmo período de tempo produziu a sua obra literária em verso e em prosa. Como poeta, dividiu-se em múltiplas personalidades (heterónimos), sendo as mais conhecidas: Álvaro Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro. Fernando Pessoa auto-denominou-se um "drama de gente".
Fernando Pessoa foi também marcado pela poesia musical e subjectiva, voltada essencialmente para a metalinguagem e os temas relativos ao seu país. Como exemplo destes temas, a principal obra literária do poeta, "Mensagem", alude ao sebastianismo e a outras personagens históricas portuguesas, através de uma colectânea de poemas. "Mensagem"  foi o único livro de Fernando Pessoa, enquanto ortónimo, editado e publicado em língua portuguesa durante a sua vida. 

Para os apaixonados por este poeta, é possível visitar a Casa de Fernando Pessoa, na Rua Coelho Rocha, nº16, Campo de Ourique, Lisboa. Foi inaugurada em 1993, tendo sido concebida como um centro cultural destinado a homenagear Fernando Pessoa e a sua memória na cidade onde viveu e no bairro onde passou os seus últimos quinze anos. Possui um auditório, jardim, salas de exposição, objectos de arte, uma biblioteca exclusivamente dedicada à poesia, além de uma parte do espólio do poeta.


O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.>>>
Fernando Pessoa; Autopsicografia; 27 de Novembro de 1930




Curiosidade: Sabia que... Pessoa foi também astrólogo? ... se interessava pelo ocultismo e misticismo ? ... foi iniciado nos primeiros três graus menores da Ordem dos Templários de Portugal? ... esteve implícito na encenação do suicídio do seu amigo poeta Aleiter Crowley na Boca do inferno, gerando grande aparato policial a nível europeu e da comunicação social, apenas como objectivo a redacção de um "romance policial", o qual se ficou por várias dezenas de páginas.

Artesanato (5)

Oferecido ao meu pai há uns aninhos. Não sei quem o fez e tenho pena de não o saber. É adorável. Feito com arame moldável, stickers, feltro, grampos e fita. Acho ideal para uma pequena lembrança, por exemplo, para casamentos ou reuniões. 


O que é bom é... português (3)

Estes dois marcadores julgo que adquiri na baixa Lisboeta.

Representam as portas típicas dos prédios/moradias do séc. XIX. Em regra geral, são constituídas por duas portas (meias-portas) que abrem de par em par, com pelo menos dois metros de altura. Tem duas janelinhas de vidro fosco ou normal, protegidas por uma armação em ferro forjado de um trabalho exímio, e com um batente/puxador em cada porta de metal. Algumas têm ainda a típica entrada, em metal, para o correio. No topo das portas pode existir uma espécie de clarabóia, com o mesmo tipo de vidro e ferro forjado. Tanto as janelinhas como a "clarabóia" serviam para que a luz natural iluminasse a entrada da moradia, que era/é constituída por um longo corredor ou uma escadaria estreitos. Nalgumas das "clarabóias" é possível ver que eram forjadas as iniciais de um nome e uma ano, isto representa as iniciais do primeiro filho do casal e o ano em que nasceu. Nas aldeias e vilas é muito típico encontrar estas referências nos portões dos antigos casais.
Para quem mora em Lisboa é muito fácil encontrar este tipo de portas na Lapa, nos Anjos, em Belém ou na Baixa.

Se tivesse uma moradia, não me importava que a porta de entrada tivesse estas características, são de facto muito bonitas na minha opinião.




Arte (2)

Este encontrei no meio da papelada do meu pai, aquando uma revolução ao escritório. Fez-me lembrar os hieróglifos astecas, mas depois de alguma (longa) pesquisa descobri que os desenhos são baseados em símbolos indígenas.

Ryan Cranmer nasceu a 7 de Junho de 1980 em Vancouver, sendo descendente de indígenas pertencentes à Colômbia Britânica (Canadá). Crescendo no seio de uma família de artistas do grupo cultural Namgis (Kwakwaka'wakw), desde cedo que foi introduzido na arte e design da Costa Noroeste (Northwest Coast Native Art). Ryan esculpe máscaras pintadas e faz cópias de edição limitada. Ele expandiu também as suas habilidades de design de modo a produzir itens comercializáveis para a Native Northwest .

O nome do padrão, extremamente complexo, que aparece no marcador designa-se por Chilkat Whale. Do pouco que consegui apurar, a baleia (whale) é conhecida por ajudar as pessoas em necessidade, simboliza a inteligência, compaixão e bondade. Chilkat refere-se a uma tribo/localidade indígena, onde se insere a mais conhecida e elaboradamente ornamentada "Whale House" do Alasca.




29 de agosto de 2013

Marcadores para troca (1)

Marcadores para troca:

> Batalha de David Soares



> Localidade de Guimarães (por 1 equivalente ou 2 alusivos a livros)



Livro (4)

Para sempre, Talvez é um romance que conta a história de Rosie e Alex. Vivem em Dublin e conhecem-se desde a escola primária. Sempre se mantiveram amigos e passaram juntos por muitas experiências desde a gravidez, ao casamento e divórcio. Um dia a distância separa-os: Alex parte com os pais para os Estados Unidos e Rosie sente-se muito sozinha. Consciente de que iria encontrar a felicidade junto de Alex, planeia ir ter com ele a Boston mas o destino força-a a manter-se na Irlanda. Uma série de mal entendidos e azares deixa-os afastados e quando finalmente se reencontram não sabem o que fazer com a atracção que esteve sempre presente. Contado inteiramente através de correspondência escrita desde e-mails a cartas é um romance subtil e encantador sobre as nuances da amizade e amor.

Em Um Lugar Chamado Aqui, Sandy Short tornou-se obcecada por coisas e pessoas perdidas, desde que, ainda criança, uma colega sua desapareceu sem deixar rasto. Desde então não conseguia descansar enquanto, pelo menos, não descobrisse uma pista que fosse daquilo que desaparecera. Até que um dia ela própria desapareceu... Este é um encantador conto onde a magia, o humor e as vicissitudes da inesperada busca se fundem harmoniosamente para criar um envolvimento que prende o leitor. No fundo, trata-se da história de uma mulher à procura de si mesma, contudo, nesta divertida parábola, a autora explora temas ligados ao sentido profundo da vida, como conservar, deixar ir ou perder, mas também lidar com a identidade face à passagem do tempo, recordar as suas raízes e apreciar o valor do amor. 

Cecilia Ahern, nasceu em 1981 e vive em Dublin. É formada em jornalismo e comunicação pelo Griffith College Dublin. Filha do primeiro ministro irlandês conquistou a popularidade e o sucesso de vendas no seu país natal e tornou-se conhecida, aos 21 anos, em mais de 40 outros países com o seu romance de estreia P.S. I Love You, sendo este adaptado para o cinema.

in "Editorial Presença"






Livro (3)

O Forte é uma história sobre homens de guerra, das escolhas que são forçados a tomar e os dilemas que sofreram. No verão de 1779, no terceiro ano da Guerra da Independência dos Estados Unidos, uma força britânica de 750 homens, liderada por Francis McLean, navega em direcção à costa desolada e brumosa da Nova Inglaterra. A sua missão é estabelecer uma base naval numa posição crucial para dar abrigo a americanos lealistas. Apoiado por três pequenos navios, Mclean inicia a construção de um forte. Em resposta, o estado de Massachusetts envia uma frota de 40 navios e mil soldados de infantaria para "capturar, matar ou destruir" os invasores. O segundo em comando é Peleg Wadsworth, um antigo combatente no regimento de George Washington e um homem que sabe o que tem de ser feito para expulsar os invasores. E embora os britânicos estejam em inferioridade numérica, a batalha que se seguiu é um exemplo clássico de como planos bem elaborados podem ser arruinados por líderes incompetentes ou política mesquinha, e de como a guerra destaca o melhor e o pior em todos os homens.

Bernard Cornwell é um dos escritores britânicos mais importantes da actualidade. Na nasceu em Londres e cresceu no Essex. Trabalhou para a BBC antes de se mudar para os EUA, onde iniciou a sua carreira de escritor. O seu primeiro romane, Sharpe' Eagle, sobre um soldado nas Guerras Napoleónicas, tornou.se um sucesso e originou uma série com mais de 20 livros e subsequente adaptação televisiva. É também autor de várias sérias históricas e outros thrillers e romances de grande reputação. Publicou mais de 40 livros, tendo sido as suas obras traduzidas em 16 idiomas. O autor é um apaixonado pela história em geral de Inglaterra, em especial o que se reflecte em romances que retratam conflitos ocorridos em território inglês.

in "Saída de Emergência"




Livro (2)

O Quinto Mandamento é interessante um thriller policial cuja personagem principal é um assassino com alma de poeta. John Rain só quer desaparecer para sempre. Mas um antigo némesis no FBI japonês quer que ele lhe faça um último favor: eliminar um assassino que mata sem remorsos e usa métodos semelhantes aos de Rain. Há demasiadas coisas em jogo - inclusive a vida dos poucos amigos que Rain tem e, especialmente, a vida de uma paixão do seu passado. Protegê-los implica mergulhar no meio de uma guerra entre a CIA e a máfia japonesa, na qual as diferenças entre amigos e inimigos, a verdade ou a mentira, são tão obscuras como as ruas regadas pelas chuvas nocturnas de Tóquio. Será que Rain tem a frieza necessária para derrotar um inimigo que parece pensar como ele?
«Não Matarás.»? O Quinto Mandamento da Lei de Deus (Ex 20,13)


Barry Eisler mora e trabalha na zona da baía de San Francisco. Depois de se licenciar na Cornell Law School em 1989, passou três anos a trabalhar para o governo dos E.U.A. Já viveu e trabalhou no Japão e viaja com frequência a esse país, assim como a outros países asiáticos. Os thrillers de Eisler já ganharam o prémio Barry Award e o Gumshoe Award para O Melhor Thriller do Ano, e foram incluídos em numerosas listas de "Best Of", tendo sido traduzidos em aproximadamente vinte idiomas. O livro Rain Fall, da série do assassino John Rain, teve também uma versão cinematográfica em 2009, conduzida pelas mãos do director Barrie Osborne, famoso por ter recebido um Óscar pela produção da trilogia Senhor dos Anéis.

in "Saída de Emergência"


O que é bom é... português (2)

Estes dois marcadores adquiri-os nas lojas de lembranças na baixa lisboeta. Referem-se ao famoso Galo de Barcelos, símbolo de Portugal, adoptado por Gil Vicente como sua mascote.

Reza a lenda (séc. XVI) que os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o perpetrara. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, dizendo que ia em peregrinação a Santiago de Compostela para cumprir uma promessa. 
Apesar dos seus protestos foi condenado à forca. O homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no a residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com amigos. O galego voltou a apelar a sua inocência e, perante o espanto dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem"
O juiz simplesmente ignorou o seu apelo, mas deixou o galo intocado. No dia de executar a sentença, quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo asado ergue-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz  correu para a forca e descobriu que o réu se salvara graça a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Anos mais tarde, o peregrino teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Virgem Maria e a São Tiago. Este monumento encontra-se, actualmente, no Museu Arqueológico de Barcelos.

Confesso que Barcelos é das poucas localidades do nosso país que ainda não conheço, apesar de já ter passado nas imediações por várias vezes. Um dia lá chegarei.




Curiosidade: Sabiam que um galo de Barcelos em alumínio foi lançado ao espaço? No fim de Julho foi lançado um balão de hélio com um Galo de Barcelos, juntamente com outras 11 mensagens como "I Love Portugal", com vista a promover o artesanato através do seu símbolo maior. O galo chegou à estratosfera, 33 mil metros, caindo na Galiza com a ajuda de um paraquedas. Podem ver o vídeo em: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Barcelos&Option=Interior&content_id=3356084




28 de agosto de 2013

O que é bom é... português (1)

Este comprei em Lisboa, especificamente na Papelaria Fernandes da Baixa. Toda a gente já viu estas pequenas latinhas à venda em lojas gourmet ou de lembranças. Fazem lembrar os tempos antigos.

A Tricana é uma marca registada da Conserveira de Lisboa desde 1942. Caracteriza-se por oferecer uma vasta gama de peixes e filetes inteiros, preservando os processos manuais utilizados desde a sua abertura.
A Conserveira de Lisboa teve origem na Mercearia do Minho (1930). Desde o início que esta mercearia se dedicou, em especial, à venda de conservas, pois um dos sócios fundadores era armazenista deste tipo de produtos. Mas, em 1942, passou a denominar-se "Conserveira de Lisboa". Nos anos 60 e 70 a empresa atingiu o seu auge com dois grandes armazéns. Contudo, de modo gradual, este sector sofreu um momento crítico devido à não remodelação das fábricas, ao fim da guerra do ultramar, ao ataque aos congelados e posteriormente... os hipermercados.
Apesar deste revés, a sua actividade comercial foi-se mantendo, pois em 1942 surgiram as primeiras marcas registadas, subsistindo até aos dias de hoje a Tricana, a Prata do Mar e a Minor
A loja da Conserveira está situada no centro histórico de Lisboa, na Rua dos Bacalhoeiros, perto da Praça do Comércio/Terreiro do Paço. A loja mantém a traça inicial, sendo todo o material expositor do estilo dos anos 30. Uma das características são os anúncios de vidro, recuperados, e que reflectem, nas suas frases, o tipo de publicidade dessa década.



Desculpem a foto estar virada ao contrário, mas o programa não quer assumir fotos na horizontal, e não descubro como posso mudar.




Arte (1)

Não me recordo onde adquiri este marcador. Trouxe-o comigo, pois lembrei-me que na minha viagem a Paris comprei uma réplica do quadro "O Primeiro Beijo" de Bouguereau, para oferecer aos meus pais.

William- Adolphe Bouguereau nasceu em La Rochelle (França) no ano de 1825. Desde cedo manifestou o seu talento para a pintura, frequentando as melhores escolas de arte do seu tempo, chegando a leccionar em algumas delas. A sua pintura caracteriza-se pelo domínio exímio da forma e da técnica, obtendo efeitos de grande realismo. O seu estilo insere-se na corrente eclética, combinada com elementos do neoclassicismo e do romantismo numa abordagem naturalista. A sua obra centra-se em temas mitológicos, alegóricos, históricos e religiosos, para além de retratos, nus e jovens camponesas.

O nome deste quadro é na verdade "L'Amour et Psyché, enfants", mas ficou conhecido como "Le Premier Baiser" devido a um erro de classificação por parte de uma das primeiras galerias virtuais na internet. Sobre o quadro em si: é uma pintura a óleo sob lona, tendo como tema a história sobre Cúpido e Psique contada por Apuleius (prosador latim, séc. II), em "O Asno de Ouro".





Livro (1)

O Tigre Branco é um romance de estreia auspicioso que, sem cair no cliché do romantismo exótico e superficial, nos revela uma Índia ainda muito pouco explorada pela ficção, a Índia negra, violenta e exuberante das desigualdades socioculturais endémicas. Aravind Adiga oferece-nos um retrato cru e muito pouco glamoroso da desumana realidade de vida das classes mais pobres pela voz espirituosa e mordaz do narrador, Balram Halwai, um jovem que cresce no interior miserável da Índia e se torna um empresário de sucesso em Bangalore. E é através do seu percurso moralmente ambíguo que conhecemos as discrepâncias chocantes entre o luxo extravagante da elite rica dos boulevards e a luta desesperada pela sobrevivência dos que nada têm. Uma comédia negra irreverente que desmistifica a Índia lírica e nostálgica que tantas vezes idealizamos.

Aravind Adiga nasceu e Madras (actual Chennai) em 1974. Cresceu em Manglore, no Sul da Índia, Viveu parte da sua vida na Austrália e nos Estados Unidos, onde frequentou as universidades de Columbia e Oxford. Trabalhou para o New Yorker, o Sunday Times, o Financial Times, o Times of India, entre outros jornais. O seu primeiro romance, O Tigre Branco, foi distinguido com o Booker Prize (2008), Entre os Assassinatos, um título constituído por um conjunto de histórias, saiu nesse mesmo ano. Actualmente é jornalista freelancer e vive em Mumbai, na Índia. A sua ficção já foi traduzida em cerca de 15 países.

in "Editorial Presença"


Artesanato (4)

Como adoro gatos e tenho uma amiga que adora joaninhas, encomendei estes dois através do grupo "Marcadores de Livros" do Facebook.

São feitos de feltro e elástico, ficam muito giros e dão para qualquer tamanho de livro. Foram feitos pela Cristina M.


Artesanato (3)

Marcador feito em metal e material borracha, representando duas meias num cabide.

Encontrei este numa loja especializada em mobiliário e acessórios personalizados para crianças em Santarém. 


27 de agosto de 2013

Artesanato (2)

Estes marcadores foram feitos por mim, numa primeira tentativa nesta arte. 

São feitos em papel vegetal de arquitecto, caneta branca e prateada, e um instrumento de metal de ponta esférica (boleador). São um pouco frágeis, e caso não estejam guardados em micas, ou num livro, têm tendência a enrolar. 

Não puxando a brasa à minha sardinha, acho que ficam muito bonitos e delicados.



Artesanato (1)

Este marcador é todo feito em madeira, pintado a três tons de castanho e envernizado. Visto à contraluz nota-se que os limites do desenho foram desgastados até ficar apenas uma película muito fina de madeira, pela qual passa a luz, dando assim um destaque especial.

Foi adquirido em Óbidos, numa das minhas visitas anuais, nas bancas de artesanato que costumam fixar-se na parte exterior das muralhas.



Como guardar os seus marcadores

Muitos coleccionadores de marcadores perguntam-se como devem guardá-los de modo a que tenham alguma ordem, não se sujem, nem se estraguem.

No meu caso, opto por utilizar micas para calendários ou selos. Este tipo de micas não são muito fáceis de encontrar, costumo comprá-las em casas de coleccionismo o que não fica muito barato. A vantagem é que as micas são fortes e ao colocá-las num dossier não têm tendência a descair, para além de que existem em vários tamanhos. As micas para calendários só têm uma desvantagem, tenho de cortá-las pelo picotado para o marcador poder entrar sem dobrar.

Abaixo seguem as imagens. A qualidade não é das melhores, mas dá para perceber.





Marcadores de Livros

Olá, o meu nome é Inês.

Decidi criar este blogue com o intuito de divulgar livros/autores, artesanato, localidades, tradições portuguesas, entre outros, através de Marcadores de Livros.

Há cerca de um ano comecei a aumentar a minha colecção através das curtas viagens que faço pelo país, optando por trazer um marcador (sempre que existem) como lembrança.

Quem quiser ver aqui exposto os seus marcadores, os que considerem mais especiais, ou que tenham alguma história por trás, enviem-me email para inesamendoeira@gmail.com, escrevendo no assunto "Marcadores de livros" e deixando uma pequena nota sobre os marcadores (em especial se forem artesanato) e identificando-se.

Espero que gostem :)

(Este blogue não está em conformidade com o novo acordo-ortográfico devido a opção minha)